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Category Archive for 'Família'

Feliz dia das mães

Dia das mães chegando e tal, relembrei um pouco da vida na casa da minha mãe.

Lembrei de quando acordava cedo, tomava café da manhã quase dormindo na mesa e a atrasava na hora de sair. Chegava em casa à noite e nunca abria a porta, apesar de sempre andar com a chave. Gostava que meus pais abrissem pra mim :) .

Deu um apertinho no coração ao perceber que esse tempo não volta mais…

Hoje a fase é outra. Sou muito feliz com minha nova família, com meu marido querido que me abraça quando eu chego e meus filhinhos felinos que comem meu sofá me pedem carinho de manhã antes de ir trabalhar.

Mas sou muito grata a Deus pelos 23 anos que vivi sob o mesmo teto que minha mãe. Só Ele sabe quanta paciência a mamis teve que ter comigo pra me fazer terminar a lição de casa, arrumar o quarto, levantar na hora e lavar a louça e com quanto amor ela comemorou comigo cada pequena conquista da vida, desde o primeiro desfile de modelete até meu casamento.

Mami, sinto sua falta… Obrigada por tudo, viu? Te amo!

Coloco aqui também uma homenagem muito bacana às amigas casadinhas que estão tentando engravidar. Queridas, seus filhotes tão chegando! Beijos!

PS: Renner e Natura tão de parabéns com esses vídeos. Já vi mil vezes e continuo me emocionando :)

PS2: Pai, não fique com ciúme. No dia dos pais faço uma homenagem pra vc também :)

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Dia da sogra

O filme "A sogra", em que Jane Fonda é sogra de Jennifer Lopez

Hoje é dia da sogra. Eu, particularmente, adoro minha sogrinha (beijão, Martha!), mas aposto que uma boa parte dos leitores se perguntaram mentalmente de imediato o que há para comemorar.

Recomento a leitura dessa matéria do G1 sobre a relação (muitas vezes espinhosa) entre sogras e genros/noras: Terapeuta dá dicas para você se dar bem com a sogra. É do ano passado, mas é muito bacana.

Outra dica legal é a seleção de melhores e piores sogras do cinema, também do G1. Pra mim, a pior de todas é a personagem de Diane Keaton em “Tudo em família”, que é sogra da personagem de Sarah Jessica Parker. Ela fica o tempo todo de picuinha com a moça e fica buzinando na orelha do filho que ele deveria terminar com ela. Not cool!

Já minha favorita é a mãe da noiva em Casamento Grego. É uma fofa e, apesar de causar algumas saias justas ao noivo da filha, age sempre com amor e boa intenção.

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Envelhecendo juntinhos

[caption id="attachment_1219" align="aligncenter" width="300" caption="Vô Lucas e vó Nadyr no niver de 80 anos dela"]Velhinhos apaixonados[/caption]

Um dos motivos pelos quais a gente decide casar é querer envelhecer ao lado da pessoa amada. É viver juntos cada fase da vida, do primeiro emprego à aposentadoria, do primeiro filho ao nascimento dos netos.

A gente bem sabe que, com o passar dos anos, os casais passam por diversas crises dentro e fora do casamento, mil circunstâncias que desgastam o relacionamento.

Mas eu acredito que é possível atravessar as décadas de mãos dadas e chegar à velhice ainda apaixonados.

Vejam meu vovô, de 85 anos, e minha vovó, de 80. Cinquënta e tantos anos de casamento e ainda trocam carinhos e beijinhos em público e entre quatro paredes (vejam a entrevista que vovó deu pro iG Delas sobre sexo na terceira idade).

Fala se não é uma inspiração e tanto?

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Nosso primeiro Natal casados

Brotas casa da BethPraça Brotas

Agora que voltei do recesso de fim de ano, deixa eu contar como fizemos com nossas primeiras festas casados.

Durante o namoro, a gente ia nas festas de Natal das duas famílias. Em 2008, a gente acabou pegando a maior chuva do mundo entre uma festa e outra, teve que sair rápido da primeira e chegou tarde na segunda.

Resolvemos fazer diferente em 2009. Passamos o Natal com minha família em Bauru e Brotas, onde moram tios meus, e o Ano novo com a família do Cauê em Cunha, em um sítio alugado (depois conto melhor essa história).

Fiquei muito feliz de rever a primaiada e tiazada do interior e conhecer o Davi, o meu mais novo priminho de segundo grau filho da Roberta e do João Tiago.

Foi muito gostoso também ficar mais tempo perto dos meus pais… Estava morrendo de saudades!

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E o filho, quando vem?

É automático: a gente volta de lua-de-mel e o pessoal já começa a perguntar cadê o bebê.

Cada casal sabe dos seus planos e objetivos de vida, mas coloco aqui para reflexão (e curiosidade) as razões que nos fazem querer esperar para ter filhos.

Tempo para conhecer e curtir um ao outro

Consenso entre casais mais velhos: o casal pode ter namorado por um tempão, mas é na intimidade do casamento é que realmente se conhece o outro. Por isso, a gente acha que precisa de um tempo a dois.

Além disso, filhos exigem atenção e dedicação (leia-se tempo) e abdicação (pelo menos em parte) de algumas coisas como saídas noturnas e viagens não apropriadas para crianças.

Ou seja: preciso aproveitar bem o Cauê, namorar, viajar e sair com os amigos muito antes de virar mamãe.

Saúde financeira

Filho demanda dinheiro. Primeiro, roupinhas, bercinho, carrinho e um milhão de coisas que de diminutivo só tem o nome. Isso sem falar nos montes de fraldas. Depois, vem a creche, os uniformes, a escolinha, os programas, os brinquedos…

O gasto nunca acaba (pode perguntar para a sua mãe!). Antes de assumir o compromisso de sustentar uma ou mais crianças, é legal ter se preparado financeiramente. Nós pretendemos chegar lá sem dívidas e com uma certa reserva para não passar sufoco.

Estabilidade profissional

Algumas mulheres param de trabalhar para ter filhos e outras não. Independentemente da escolha, engravidar causa um impacto na vida profissional. Quando minha mãe engravidou pela primeira vez, tinha acabado de entrar em um estágio bacana de um ano e teve que abrir mão porque não conseguiria terminá-lo com a licença maternidade.

Claro que surgem outras oportunidades e tudo mais (mamãe acabou seguindo outros caminhos na profissão), mas acho importante considerar o momento profissional antes de decidir ter um bebê.

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Datas comemorativas

Família dele x família dela
Família dele x família dela

A pauta de hoje na lista de discussão de recém-casadas que participo era como cada uma fez para conciliar as tradições de Páscoa da família delas e dos maridos.

Uma das casadinhas contou que a sogra exige a presença do filho em todas as comemorações da família dele. Acontece que a dela também tem suas tradições e a quer nelas. Resultado? Discussões chatas entre marido e mulher e gente magoada por todos os lados.

Afinal, com quem os recém-casados devem passar as datas especiais, como a Páscoa, o Dia das Mães e o Natal? Com a família dele ou a dela?

Nem só com uma, nem só com outra. Chega a ser um clichê, mas a verdade é que todo mundo (marido, mulher, pais e sogros) tem que ceder um pouco. Afinal, o casamento é uma “inauguração” de uma terceira família – que terá suas próprias tradições.

Agenda equilibrada

Na minha humilde opinião de casada-há-dois-meses, construir o equilíbiro dessa agenda de datas comemorativas é de responsabilidade, em primeiro lugar, do casal. Deve haver respeito e diálogo para que nenhum dos dois seja privado de passar celebrações com seus pais.

Algumas pessoas são mais apegadas a certas datas mais que outras. Esse pode ser um critério para escolher quem abre mão do que. Outra estratégia é intercalar os anos: um com a família dele, outro com a dela.

Aos pais e sogros, cabe colaborar. Não é legal ficarem “disputando” o novo casal. É papel deles ser compreensivos quando o(a) filho(a) decide abrir mão de alguma data e estar abertos para mudanças em seus costumes.

Em vez de brigar pelo almoço do Dia das Mães, que tal inventar um chá da tarde ou um café-da-manhã? Deixar de lado a queda-de-braço pela noite do Natal e fazer a ceia na casa dos recém-casados? Ah! Chantagem emocional está terminantemente proibida!

Como a gente faz

Para os curiosos, nesta Páscoa, eu e o Cauê íamos assistir minha mãe no coral da igreja no sábado e almoçar na casa da mãe dele no domingo. Como ele ficou doente no sábado, acabamos visitando minha mãe no domingo à tarde e ficamos para o jantar.

Desde os tempos do namoro, a gente deixa para conversar perto da data, quando os programas familiares estão mais ou menos decididos. Nunca é exatamente fácil, mas acho que temos conseguido nos dividir bem. :)

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