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Category Archive for 'Finanças'

Dilema: casa, moda ou viagem?

Passei horas lendo meu RSS de blogs favoritos e me peguei dividida entre o desejo de torrar todo meu dinheirinho em roupas e maquiagem, de gastar os tubos decorando a casa ou de ir à falência viajando para lugares incríveis. Tem dilema mais “recem-casada”? :)

Dilema: viagem, moda ou casa?

O único sentimento em que e território comum neste momento é o de que minha poupança ainda tem que comer muito arroz e feijão pra realizar tudo ao mesmo tempo, então quem está ganhando o dilema por enquanto é meu porquinho-cofrinho! :p.

Fotos daqui.

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Casal brigando por dinheiro

“Quando a gente ama não pensa em dinheiro, só se quer amar, se quer amar, se quer amaaaaaaaaar!”, já cantava o saudoso Tim Maia… E quem há de negar? Realmente, quando a gente está apaixonado, não liga pra essas coisas…

Mas a verdade é que o cotidiano do casamento não é nenhum conto de fadas em que a gente fica permanentemente no êxtase da paixão, como o Tim Maia está nessa música. E é nesse dia a dia, com suas contas a pagar, imprevistos e desempregos, que o dinheiro pode virar uma fonte de brigas entre o casal.

Como disse a Fê Passos, no ótimo post Na alegria e na tristeza, amor não paga conta de luz. Quando falta dinheiro, a coisa encrenca. A gente acaba tendo que cortar gastos e, apesar de todos aqueles que são comuns aos dois (habitação, transporte, alimentação), sempre tem os gastos que são individuais.

Salão de beleza, happy hours, roupa, academia. O que é indispensável para um pode ser considerado supérfluo pelo outro. Como escolher do que abrir mão? É aí que o conflito mora. Um fica chateado que o outro queira cortar algo que considera essencial, enquanto o outro fica chateado por sentir que está sendo o único a fazer sacrifícios.

Isso sem contar que aquele que ganha mais (ou aquele que continua empregado, quando o outro está sem nada), pode se sentir sobrecarregado por ser o reponsável pelo orçamento doméstico. E o medo de o outro não estar se esforçando o suficiente pra arrumar algo novo? Por outro lado, aquele que está desempregado fica sob pressão e sente que está decepcionando o outro.

Dinheiro é ponto sensível. Todo mundo aqui sabe o quanto sua para ganhar o seu e como é ruim sentir que não consegue usar o fruto do seu trabalho para fazer/comprar coisas que gosta.

Que situação! É nessa hora que o amor e o companheirismo são tão importantes. A gente não pode ser inocente ao ponto de achar que só pelo fato de os dois se amarem tudo vai ficar bem. Mesmo se amando, a gente precisa se esforçar.

Não importa qual dos dois ganha menos ou está desempregado. Atravessar essa situação juntos, de mãos dadas, é um dos segredos para fortalecer o casamento e sobreviver à crise! É preciso exercitar a paciência, o respeito, o espírito de equipe e a confiança para chegar ao fim do túnel sãos e salvos! Não é fácil, mas quem disse que seria, né?

Fica a dica deste teste muito bacana do UOL: O dinheiro interfere no seu relacionamento?.

Imagem daqui.

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Casal no supermercado

Tem casal gosta de ir ao supermercado e fazer compra de mês, enquanto outros, como eu e meu marido, preferem fazer compras semanais. Não existe jeito certo ou errado. Mas uma coisa é fato: se você mantém uma planilha de orçamento familiar, sabe que um dos itens que mais varia no orçamento são as compras no supermercado.

Por isso mesmo, economizar no mercado é prioridade na hora de cortar gastos! Então, aqui vão algumas dicas para deixar a conta mais leve no fim do mês.

  • Faça uma listinha de compras, para não esquecer nada que precisa nem comprar a mais.
  • Evite ir ao mercado com fome! Parece clichê, mas é a mais pura verdade: com fome, a tendência é encher o carrinho com mais coisas que precisamos.
  • Cuidado com os pacotes promocionais! Muitas vezes, essa história de “pague um, leve dois” é furada, principalmente se vier junto com um brinde qualquer. A dica é dividir o preço total por unidades, peso ou metragem, e comparar com os produtos avulsos para ver qual vale mais a pena.
  • Atenção às datas de validade. Às vezes, produtos perto do vencimento tem o preço reduzido e, se você não perceber, pode acabar levando vários e não conseguir consumir a tempo, desperdiçando dinheiro.
  • Esteja aberto a experimentar novas marcas com preços mais em conta, mas seja consciente: nada de levar vários produtos logo na primeira vez. Vai que você não gosta? De duas uma: ou vai voltar para a marca que você gosta e desperdiçar o que comprou ou terá que usar um produto que não gosta por muito tempo!
  • Calculadora na mão para ir somando os itens. Se o valor ultrapassar o planejado, dá tempo de rever o carrinho, sem levar susto no caixa.
  • Olho nos preços! Muitos mercados fazem mega promoções em dias específicos, mas jogam os preços lá em cima nos outros dias.

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Seguros: e se…?

http://www.youtube.com/watch?v=CwBPqmjqIfA&feature=player_detailpage

A gente tem uma certa resistência a seguros, né? Falo por mim: por que alguém da minha idade iria se preocupar com doenças, tragédias ou morte? A probabilidade de alguma dessas coisas me acontecer é tão baixa…

Acontece que a gente nunca sabe o dia de amanhã. Há pouco tempo, uma pessoa muito querida da família de 21 anos faleceu em um acidente e deixou um filho de 11 meses e a viúva de 20 anos. Ninguém esperava por isso, ficamos todos arrasados! Mas aconteceu. E que situação difícil pra quem ficou!

Isso me fez pensar que pode acontecer com qualquer um – comigo, com meu marido, com você, com sua esposa ou seu marido.

E não é apenas de morte ou doenças que estou falando. Uma amiga da minha mãe perdeu tudo que tinha no dia em que sua casa pegou fogo. Assim, do nada. No ano novo, vi famílias ficarem desabrigadas com o alagamento de Cunha, próximo a São Luis do Paraitinga. O pai do caseiro nos contou que em seus 70 anos morando lá, nunca tinha visto nada parecido. Quem poderia prever?

Então, apesar de ser um assunto mega desconfortável, achei interessante compartilhar a reflexão com vocês. Nunca é cedo demais para pensar em seguros.

Esses dias comecei a pesquisar seguros de vida e residenciais. Descobri que existem várias opções e que os preços não são tão caros assim.

Existem seguros específicos para mulheres, que podem ser resgatados em caso de doenças como câncer de mama ou de colo do útero. Outros cobrem roubos e furtos da casa, conserto de eletrodomésticos e acidentes.

Alguns seguros ainda oferecem a opção de resgatar parte do dinheiro em vida, ou seja, podem viram um tipo de aposentadoria se nada te acontecer até determinada idade.

Ainda não escolhi quais seguros são ideais para mim (são tantas opções para analisar!), mas decidi que vou fazer pelo menos um. Espero que nunca precise, mas quero ficar tranqüila sabendo que, se um dia me acontecer alguma coisa, não ficaremos na mão – nem eu, nem o Cauê, nem meus gatinhos, nem meus futuros filhinhos.

Se você também quer começar a pensar em seguros, fale com meu pai, o Silas (9579-3848 – silastcosta@hotmail.com), que é corretor de seguros e pode orientar você sobre as melhores opções para o seu caso!

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Cofres de porquinhos, rosa e pretoVocês sabem que sou jornalista, né? Essa semana, estava fazendo a apuração para uma matéria de finanças para noivos (quando sair, coloco aqui o link! vejam aqui: Pra casar sem ir à falência) e precisei entrevistar especialistas, como Gustavo Cerbasi (do famoso Casais Inteligentes Enriquecem Juntos), Andre Massaro (do MoneyFit) e Fernando Montanari (da Linktrade, que mantém o Meu Milhão).

Foi uma oportunidade muito bacana de relembrar duas regras básicas para qualquer casal que tem sonhos maiores que o salário.

A primeira é ter meta de valor a poupar por mês com um objetivo. Que seja pra comprar um imóvel, pagar uma viagem ou, simplesmente, construiur patrimônio. Mas avaliar quanto da renda pode ser poupado mensalmente e estabelecer uma meta a alcançar. Sem a meta, fica difícil controlar os gastos…

A segunda é “se pagar primeiro”. No jargão financeiro, isso significa que não dá pra esperar o fim do mês e poupar o que sobrar. Separar o valor estipulado tem que ser a primeira coisa quando se recebe o salário. O resto vem depois, mesmo que passemos aperto um mês ou outro. Isso é disciplina.

Percebi que nós aqui em casa estamos pecando nesses dois pontos e isso acabou comprometendo nosso pé de meia, que poderia estar bem maior do que está.

O desafio daqui pra frente é controlar melhor nosso rico dinheirinho, que a gente sua tanto pra ganhar, usando essas duas regras e estabelecer objetivos que nos motivem a poupar.

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A BOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo) faz parte da minha história com o Cauê: nós nos conhecemos no escritório de um site de notícias mercado financeiro.

Na época do namoro, fizemos uns investimentos rápidos mas, neste ano, voltamos, com o objetivo de construir nosso patrimônio e bancar, no longo prazo, nossos sonhos como comprar um imóvel, investir na nossa educação, criar filhos, ter uma aposentadoria decente, essas coisas.

Como o Cauê tem muito mais contato com o mercado financeiro (ele é economista e trabalha com gente do meio), é ele quem toma a maior parte das decisões: quais ações comprar ou vender, quando e a quanto.
Eu estou sempre ao lado, perguntando tudo, querendo saber dos nossos rendimentos, aprendendo.

Mas nem todas as mulheres têm um marido que trabalha no mercado financeiro. A boa notícia é que a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) lançou em seu site uma área voltada às mulheres, cheia de informações e dicas valiosíssimas.

O mais legal é que tem uma página dedicada às mulheres casadas, que ensina como definir seu orçamento e traçar objetivos financeiros e estratégias de investimento junto com o marido.

Algumas das dicas mais bacanas desta seção:

  • Na hora de definir o orçamento: tenha sempre em mente que vocês estão do mesmo lado. O orçamento doméstico não é uma disputa para ver quem pode gastar mais.
  • Na hora de traçar objetivos e metas: concentrar seus objetivos de investimento nos sonhos de consumo da família é um erro. Aqui vale a fórmula “meu, seu, nossos”. Divida os objetivos nessas três categorias, para que nem seus objetivos pessoais nem os dele deixem de ser contemplados.
  • Na hora de escolher sua estratégia de investimento: além de conhecer sua própria tolerância ao risco, respeite também o apetite do marido para suportar investimentos de maior risco. Emoções fazem parte de qualquer programa de investimento e esse cuidado evitará que você acumule prejuízos em momentos de crise.

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Sabe quando a gente tem impressão de que o nosso dinheiro não dá pra nada e, mesmo quando recebe um aumento, continua não dando? E, se alguém pergunta onde estamos gastando, a resposta na ponta da língua é “em nada” (bem estilo gordinho que diz que não sabe como não perde peso já que não come nada).

Aprendi há um tempo que se não tiver disciplina com minhas finanças, não importa o quanto eu ganho, meu salário nunca será suficiente (…)

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Como declarar o Imposto de Renda

Eu e o Cauê fizemos declarações separadas (já que não éramos casados em 2008) e usamos o formulário simplificado para as duas (não temos dependentes nem bens).

Para os casais que vivem uma situação mais complexa que a nossa, deixo aqui o passo-a-passo detalhado elaborado pelo pessoal do UOL Economia. Espero que ajude!

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