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	<title>Recém-casada &#187; barulho</title>
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	<description>As descobertas da vida pós-lua-de-mel</description>
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		<title>Briga com vizinhos parte 4: a trégua</title>
		<link>http://recemcasada.com.br/2010/03/07/briga-com-vizinhos-parte-4-a-tregua/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cíntia Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1133" title="Trégua" src="http://recemcasada.com.br/wp-content/uploads/2010/03/tregua-150x150.jpg" alt="Trégua" width="150" height="150" />Nosso desentendimento com a vizinha de baixo chegou num tal ponto de incômodo para as três partes (ela, nós e a administração do condomínio) que rolou uma reunião formal para resolver o problema.

Quem não conhece a história, <a title="Briga com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/tag/vizinhos/" target="_blank">está tudo aqui</a>. Basicamente, a vizinha reclama de barulho em horas de total inatividade aqui em casa.

Pois certo dia o Cauê a chamou para conversar, na presença do síndico, mas ela não quis. Esses dias, parece que ela resolveu jogar a toalha e ligou marcando a reunião.

Eu não pude participar mas, pelo que o Cauê contou, foi muito produtiva. Ela explicou que tem dias que nem ela nem o filho conseguem dormir por conta do barulho vindo de cima; ele explicou que na maioria das vezes não somos nós fazendo barulho e que quando somos, paramos na hora em que ela pede.

Terminaram a conversa com um acordo civilizado. Quando dona chata se incomodar com algum barulho, vai nos ligar e descrever. Se formos nós, vamos descobrir o que a incomoda e evitar. Se não formos, ela terá que acreditar e nos deixar em paz.

Essa trégua já nos rendeu uma ligação às 7h da manhã no sábado de Carnaval, quando ela acordou com barulhos vindos do apartamento de cima do nosso (ou seja, dois andares acima dela!), mas tudo bem. Pelo menos, agora a relação parece amistosa.

Vamos ver no que vai dar. Será que até o Natal a gente faz amizade e em vez de nos evitarmos no elevador vamos trocar biscoitos? Torçamos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1133" title="Trégua" src="http://recemcasada.com.br/wp-content/uploads/2010/03/tregua-150x150.jpg" alt="Trégua" width="150" height="150" />Nosso desentendimento com a vizinha de baixo chegou num tal ponto de incômodo para as três partes (ela, nós e a administração do condomínio) que rolou uma reunião formal para resolver o problema.</p>
<p>Quem não conhece a história, <a title="Briga com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/tag/vizinhos/" target="_blank">está tudo aqui</a>. Basicamente, a vizinha reclama de barulho em horas de total inatividade aqui em casa.</p>
<p>Pois certo dia o Cauê a chamou para conversar, na presença do síndico, mas ela não quis. Esses dias, parece que ela resolveu jogar a toalha e ligou marcando a reunião.</p>
<p>Eu não pude participar mas, pelo que o Cauê contou, foi muito produtiva. Ela explicou que tem dias que nem ela nem o filho conseguem dormir por conta do barulho vindo de cima; ele explicou que na maioria das vezes não somos nós fazendo barulho e que quando somos, paramos na hora em que ela pede.</p>
<p>Terminaram a conversa com um acordo civilizado. Quando dona chata se incomodar com algum barulho, vai nos ligar e descrever. Se formos nós, vamos descobrir o que a incomoda e evitar. Se não formos, ela terá que acreditar e nos deixar em paz.</p>
<p>Essa trégua já nos rendeu uma ligação às 7h da manhã no sábado de Carnaval, quando ela acordou com barulhos vindos do apartamento de cima do nosso (ou seja, dois andares acima dela!), mas tudo bem. Pelo menos, agora a relação parece amistosa.</p>
<p>Vamos ver no que vai dar. Será que até o Natal a gente faz amizade e em vez de nos evitarmos no elevador vamos trocar biscoitos? Torçamos.</p>
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		<title>Briga com vizinhos parte 3</title>
		<link>http://recemcasada.com.br/2009/10/26/briga-com-vizinhos-parte-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cíntia Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img class="alignleft" title="Briga com vizinhos" src="http://recemcasada.com.br/wp-content/uploads/2009/07/luva_de_boxe-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Quem acompanha o blog já me ouviu falando sobre meus <a title="Minha primeira &#34;briga&#34; com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/2009/07/06/minha-primeira-briga-com-vizinhos/" target="_blank">problemas com minha vizinha (parte 1</a> e <a title="Briga com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/tag/vizinhos/" target="_blank">parte 2</a>). E não é que no sábado, ela resolveu atacar de novo?

Imaginem a cena: era uma da manhã e estávamos eu e o Cauê na cama, lendo nossos respectivos livros de cabeceira. Eu já tava naquele ponto em que lia três vezes a mesma frase sem entender de tanto sono quando tocou a campainha.

A gente se olhou assustado - quem seria, a uma hora daquelas? Não estávamos esperando ninguém e o interfone não tinha tocado, anunciando uma possível visita.

Foi o Cauê quem atendeu à porta (de pijama). Era um senhor que nunca vimos na vida (também de pijama) dizendo que estava no apartamento de baixo com a tal vizinha e que eles não conseguiam dormir porque estavam ouvindo um "tum-tum-tum", barulho de portas batendo e essas coisas.

Não adiantou explicar que ele tirou nós dois da cama, onde estávamos lendo em paz (e completo silêncio) há bastante tempo, nem dizer que o barulho deveria estar vindo de outro apê (talvez do que fica acima do nosso, já que a gente também ouviu alguma coisa aparentemente vinda de lá). O cara continuou a reclamar e pedir pra gente parar de fazer barulho.

Parece que ele e a vizinha compartilham a tendência de achar que a gente mente para eles.

Depois de nos desvencilharmos do zé mané, liguei para a portaria e fiz uma reclamação. O porteiro ficou chocado, disse que o cara nem morador do prédio era e ficou de avisar o zelador e o síndico. Acho que essa semana vou fazer uma reclamação formal, escrita.

Sem condições de ser tirada da cama por desconhecidos e de tomar sustos de madrugada porque a senhora lá de baixo é paranóica, néam?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Briga com vizinhos" src="http://recemcasada.com.br/wp-content/uploads/2009/07/luva_de_boxe-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Quem acompanha o blog já me ouviu falando sobre meus <a title="Minha primeira &quot;briga&quot; com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/2009/07/06/minha-primeira-briga-com-vizinhos/" target="_blank">problemas com minha vizinha (parte 1</a> e <a title="Briga com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/tag/vizinhos/" target="_blank">parte 2</a>). E não é que no sábado, ela resolveu atacar de novo?</p>
<p>Imaginem a cena: era uma da manhã e estávamos eu e o Cauê na cama, lendo nossos respectivos livros de cabeceira. Eu já tava naquele ponto em que lia três vezes a mesma frase sem entender de tanto sono quando tocou a campainha.</p>
<p>A gente se olhou assustado &#8211; quem seria, a uma hora daquelas? Não estávamos esperando ninguém e o interfone não tinha tocado, anunciando uma possível visita.</p>
<p>Foi o Cauê quem atendeu à porta (de pijama). Era um senhor que nunca vimos na vida (também de pijama) dizendo que estava no apartamento de baixo com a tal vizinha e que eles não conseguiam dormir porque estavam ouvindo um &#8220;tum-tum-tum&#8221;, barulho de portas batendo e essas coisas.</p>
<p>Não adiantou explicar que ele tirou nós dois da cama, onde estávamos lendo em paz (e completo silêncio) há bastante tempo, nem dizer que o barulho deveria estar vindo de outro apê (talvez do que fica acima do nosso, já que a gente também ouviu alguma coisa aparentemente vinda de lá). O cara continuou a reclamar e pedir pra gente parar de fazer barulho.</p>
<p>Parece que ele e a vizinha compartilham a tendência de achar que a gente mente para eles.</p>
<p>Depois de nos desvencilharmos do zé mané, liguei para a portaria e fiz uma reclamação. O porteiro ficou chocado, disse que o cara nem morador do prédio era e ficou de avisar o zelador e o síndico. Acho que essa semana vou fazer uma reclamação formal, escrita.</p>
<p>Sem condições de ser tirada da cama por desconhecidos e de tomar sustos de madrugada porque a senhora lá de baixo é paranóica, néam?</p>
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		<title>Briga com vizinhos parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 20:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cíntia Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[luva_de_boxeVocês lembram do primeiro round da minha briga com a vizinha de baixo?

Pois bem, a história continuou. Ela resolveu reclamar direto para a administração do condomínio e faz mais ou menos uma semana que eu e o Cauê recebemos uma advertência deles.

As reclamações do apartamento de baixo eram de muito barulho após as 22h, como portas batendo, objetos jogados no chão e móveis sendo arrastados (nem preciso dizer para vocês que a gente não fez nada disso, né?).

Como eu já tentei a política da boa vizinhança na primeira conversa sem sucesso, sentimos que era hora de bater o pé (não literalmente!) e mostrar para o condomínio que nós temos direitos!

Escrevemos para a administração (com cópia para a vizinha) dizendo que as alegações eram infundadas e absurdas e, já que havia ali uma ameaça de multa no caso de "reincidência", exigimos que as acusações fossem provadas ou que nos fizessem uma retratação formal. Caso contrário, procuraríamos nossos direitos pelos meios legais (= processo neles!).

Dois dias depois, o condomínio enviou uma carta a todos os moradores do prédio informando que as regras para aplicação de multa por excesso de barulho mudaram. Agora, a reclamação de um morador só acarretará em multa para o outro caso o primeiro faça um B.O. na polícia. Mais um dia e recebemos uma carta da administração nos pedindo desculpas \o/ (musiquinha da vitória).

Não acho que o perrengue acabou, mas, agora, se a chatona quiser reclamar do barulho das minhas havaianas, vai ter que ir à delagacia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-639" title="luva_de_boxe" src="http://recemcasada.com.br/wp-content/uploads/2009/07/luva_de_boxe-150x150.jpg" alt="luva_de_boxe" width="150" height="150" />Vocês lembram do <a title="Minha primeira &quot;briga&quot; com vizinhos" href="http://recemcasada.com.br/2009/07/06/minha-primeira-briga-com-vizinhos/" target="_blank">primeiro round da minha briga com a vizinha de baixo</a>?</p>
<p>Pois bem, a história continuou. Ela resolveu reclamar direto para a administração do condomínio e faz mais ou menos uma semana que eu e o Cauê recebemos uma advertência deles.</p>
<p>As reclamações do apartamento de baixo eram de muito barulho após as 22h, como portas batendo, objetos jogados no chão e móveis sendo arrastados (nem preciso dizer para vocês que a gente não fez nada disso, né?).</p>
<p>Como eu já tentei a política da boa vizinhança na primeira conversa sem sucesso, sentimos que era hora de bater o pé (não literalmente!) e mostrar para o condomínio que nós temos direitos!</p>
<p>Escrevemos para a administração (com cópia para a vizinha) dizendo que as alegações eram infundadas e absurdas e, já que havia ali uma ameaça de multa no caso de &#8220;reincidência&#8221;, exigimos que as acusações fossem provadas ou que nos fizessem uma retratação formal. Caso contrário, procuraríamos nossos direitos pelos meios legais (= processo neles!).</p>
<p>Dois dias depois, o condomínio enviou uma carta a todos os moradores do prédio informando que as regras para aplicação de multa por excesso de barulho mudaram. Agora, a reclamação de um morador só acarretará em multa para o outro caso o primeiro faça um B.O. na polícia. Mais um dia e recebemos uma carta da administração nos pedindo desculpas \o/ (musiquinha da vitória).</p>
<p>Não acho que o perrengue acabou, mas, agora, se a chatona quiser reclamar do barulho das minhas havaianas, vai ter que ir à delagacia.</p>
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