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Tag Archive 'casal'

Controle remoto sem brigas

Fim de dia, os dois cansados do trabalho, terminada a janta vocês decidem ver uma TVzinha antes de dormir. E aí, quem escolhe o que assistir? Jogo ou novela? Filminho romântico ou aquele programa de ferro velho da Discovery?

Tolerância e gentileza sBriga pelo controle remotoão duas das maiores chaves para casamentos bem sucedidos. E uma das formas de exercitar essas duas virtudes nos é dada todo santo dia: a posse do controle remoto.

Lá em casa, a gente não tem uma regra, mas tenta levar no bom senso. Procuramos programas que os dois gostem (como nossos favoritos do momento: Man vs. Food, na Warner, e Em casa com Jamie Oliver, da GNT), mas nem sempre é possível.

Mas se tem jogo do Tricolor, eu nem discuto. Se está passando Dr. Phil, ele nem se manifesta. Eu não gosto de jogo nem ele de Dr. Phil, mas nenhum dos dois vai para o quarto assistir à outra TV. Isso é a tolerância. Aquele que não gosta do que está passando lê um livro, atualiza o blog, faz a ronda no Facebook, brinca com os gatos, enfim.

Mais importante que o programa que está passando na TV, na minha opinião, é o momento de convivência do casal. É deitar no colo do outro, receber um cafuné e ficar lá, às vezes sem nem conversar, só curtindo a presença do outro.

Às vezes acontece de passar, ao mesmo tempo, dois programas diferentes que cada um quer ver. É aí que vem a gentileza. Um dia cedo eu, outro dia, ele.

Cada casal tem sua dinâmica e sabe o que funciona ou não entre os dois, mas o importante é manter a sala de TV como um ambiente de convivência, e não de guerra.

Foto: dimafoto/iStockphoto

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faxina_de_ferias

Quando a gente ainda tava noivo e começou a fazer o orçamento da vida de casados, uma faxineira (uma vez por semana) foi o primeiro item da minha lista! Né por nada, mas eu ODEIO fazer faxina… Então, já encaixei a moça logo no começo pra não faltar…

Como a gente vai ficar duas semanas fora e ela é diarista, uma opção seria dispensá-la um dia e pedir para ela vir somente na semana da nossa volta. Mas isso é meio ruim pra ela, que conta com o dindim todo mês.

postit_por_todos_os_lados

Então – idéia genial da mamis e da sogra – resolvemos pedir para, em uma dessas duas semanas, ela fazer a faxina normal e, na outra, fazer aquelas tarefas que exigem tempo e que geralmente a gente deixa pra fazer nas férias.

Pedi para ela limpar e organizar os armários da cozinha e do quarto tintim por tintim, descongelar e limpar a geladeira e essas coisas.

E pra garantir que ela organize do jeito que eu quero, espalhei post-its por toda a casa identificando o que vai em cada gaveta e cada prateleira (tipo “copos, pratos e bowls”, “camisetas e blusinhas”, “caixas de sapato e jogos de tabuleiro”). Será que vai funcionar? :)

Fotos: sxc.hu e Inusitatus

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Datas comemorativas

Família dele x família dela
Família dele x família dela

A pauta de hoje na lista de discussão de recém-casadas que participo era como cada uma fez para conciliar as tradições de Páscoa da família delas e dos maridos.

Uma das casadinhas contou que a sogra exige a presença do filho em todas as comemorações da família dele. Acontece que a dela também tem suas tradições e a quer nelas. Resultado? Discussões chatas entre marido e mulher e gente magoada por todos os lados.

Afinal, com quem os recém-casados devem passar as datas especiais, como a Páscoa, o Dia das Mães e o Natal? Com a família dele ou a dela?

Nem só com uma, nem só com outra. Chega a ser um clichê, mas a verdade é que todo mundo (marido, mulher, pais e sogros) tem que ceder um pouco. Afinal, o casamento é uma “inauguração” de uma terceira família – que terá suas próprias tradições.

Agenda equilibrada

Na minha humilde opinião de casada-há-dois-meses, construir o equilíbiro dessa agenda de datas comemorativas é de responsabilidade, em primeiro lugar, do casal. Deve haver respeito e diálogo para que nenhum dos dois seja privado de passar celebrações com seus pais.

Algumas pessoas são mais apegadas a certas datas mais que outras. Esse pode ser um critério para escolher quem abre mão do que. Outra estratégia é intercalar os anos: um com a família dele, outro com a dela.

Aos pais e sogros, cabe colaborar. Não é legal ficarem “disputando” o novo casal. É papel deles ser compreensivos quando o(a) filho(a) decide abrir mão de alguma data e estar abertos para mudanças em seus costumes.

Em vez de brigar pelo almoço do Dia das Mães, que tal inventar um chá da tarde ou um café-da-manhã? Deixar de lado a queda-de-braço pela noite do Natal e fazer a ceia na casa dos recém-casados? Ah! Chantagem emocional está terminantemente proibida!

Como a gente faz

Para os curiosos, nesta Páscoa, eu e o Cauê íamos assistir minha mãe no coral da igreja no sábado e almoçar na casa da mãe dele no domingo. Como ele ficou doente no sábado, acabamos visitando minha mãe no domingo à tarde e ficamos para o jantar.

Desde os tempos do namoro, a gente deixa para conversar perto da data, quando os programas familiares estão mais ou menos decididos. Nunca é exatamente fácil, mas acho que temos conseguido nos dividir bem. :)

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