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Tag Archive 'recém-casados'

Restaurante Reserva CulturalLogo no começo do casamento, fiz um post falando sobre programas para fazer a dois.

No começo, a gente quer mais é curtir a casa nova, fazer jantarzinhos, ver filmes no sofá, receber os amigos.

Ainda adoro minha casa, mas tenho também meus programas de casal favoritos fora de casa.

Um deles é o Reserva Cultural, aquele cinema + restaurante que fica no subsolo do prédio da Gazeta/Facultade Cásper Libero na Av. Paulista (onde estudei!).

O cinema tem uma seleção muito bacana de filmes estrangeiros e nacionais, que mistura alguns blockbusters do mainstream com outros mais lado B, de países e com temas inusitados. Às vezes, escolhemos o filme pela sinopse, sem nunca ter ouvido falar, e nunca saí de lá sem ter gostado do filme!

O restaurante é um bistrô francês e tem um ambiente aconchegante, com poucos lugares, e uma janelona com vista para a Av. Paulista.

o cardápio é todo gostoso. Meu prato favorito é o penne ao molho branco com tiras de supreme de frango, funghi e presunto cru, salpicado de queijo parmegiano regiano. Amo muito, ainda mais com uma tacinha de vinho tinto. As sobremesas também são fantastiquinhas.

E, como é perto de casa, a gente vai à pé. Delícia de programa!

Reserva Cultural
Av. Paulista, 900 – Subsolo.
www.reservacultural.com.br
(11) 3287-3529

Foto: Comendo São Paulo

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[caption id="attachment_1776" align="alignleft" width="230" caption="Camila e Ériko em Portugal"]Camila e Ériko em Portugal[/caption]

Muitos amigos meus fizeram isso: casaram e foram morar fora, pra estudar. Por isso, quando a leitora Camila de Araújo me mandou um e-mail essa semana me contando sua história, senti como se já nos conhecêssemos.

Ela e o Ériko, seu marido, estavam casados há 1 ano quando decidiram ir para Portugal, fazer doutorado por seis meses. Fecharam o apartamento em que moravam desde 2008, deixaram as chaves com a mãe dela e uma amiga e embarcaram para lá.

“Apesar de estarmos em um apartamento legal, espaçoso e equipado, não é a nossa casa…”, conta Camila com saudade de seu cantinho no Brasil. “Às vezes não damos conta do quanto realmente amamos nossa casinha, nosso cantinho (e nossos pequenos detalhes de individualidade).” Ela conta que uma vez por mês, uma amiga sua visita o apartamento antigo para ver se está tudo bem e pegar a correspondência. As contas, ela paga lá de Portugal, pela internet.

[caption id="attachment_1778" align="aligncenter" width="300" caption="Apartamento em Portugal"]Apartamento em Portugal[/caption]

Se por um lado estão adorando a experiência (que é um baita investimento na carreira dos dois), por outro sentem falta da família e dos amigos.

“Uma coisa boa de morar longe é que não sofremos intromissões familiares… Mas também não recebemos o carinho presencial deles”

E o que a experiência tem ensinado a esse jovem casal? “Um pré-requisito para um casal que vai morar longe de todos os familiares e amigos é se bastar. Aqui, longe da presença física de todos os familiares e dos amigos, deu para perceber como é importante o companherismo e a partilha de tudo”.

“Aqui fazemos concessões (até quase sem perceber) quase todo o tempo, afinal não temos para “onde fugir”. Sou só eu e ele. Eu, que odeio futebol, faço companhia para ele na hora do jogo. Assim como ele quer saber de tudo o que se passa comigo, em termos de sentimentos e percepção, mesmo nos piores dias do mês. Fazemos sempre questão de algum “mimo” um para o outro, nem que seja um chocolatinho em um momento inesperado.

Agora eu percebo, mais do que nunca, do quanto amo meu marido e que a melhor coisa que fizemos foi casar.”
Muito bacana a história deles, né? Camila e Ériko, espero que vocês aproveitem ao máximo a viagem e que façam muita festa com amigos e familiares quando voltarem! Quem quiser, pode acompanhar a trajetória deles pelo blog Vivendo no Porto.
Se você também quer compartilhar com outros casais sua história de recém-casados, mande um e-mail pra pmcasamento@gmail.com.

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Seguros: e se…?

http://www.youtube.com/watch?v=CwBPqmjqIfA&feature=player_detailpage

A gente tem uma certa resistência a seguros, né? Falo por mim: por que alguém da minha idade iria se preocupar com doenças, tragédias ou morte? A probabilidade de alguma dessas coisas me acontecer é tão baixa…

Acontece que a gente nunca sabe o dia de amanhã. Há pouco tempo, uma pessoa muito querida da família de 21 anos faleceu em um acidente e deixou um filho de 11 meses e a viúva de 20 anos. Ninguém esperava por isso, ficamos todos arrasados! Mas aconteceu. E que situação difícil pra quem ficou!

Isso me fez pensar que pode acontecer com qualquer um – comigo, com meu marido, com você, com sua esposa ou seu marido.

E não é apenas de morte ou doenças que estou falando. Uma amiga da minha mãe perdeu tudo que tinha no dia em que sua casa pegou fogo. Assim, do nada. No ano novo, vi famílias ficarem desabrigadas com o alagamento de Cunha, próximo a São Luis do Paraitinga. O pai do caseiro nos contou que em seus 70 anos morando lá, nunca tinha visto nada parecido. Quem poderia prever?

Então, apesar de ser um assunto mega desconfortável, achei interessante compartilhar a reflexão com vocês. Nunca é cedo demais para pensar em seguros.

Esses dias comecei a pesquisar seguros de vida e residenciais. Descobri que existem várias opções e que os preços não são tão caros assim.

Existem seguros específicos para mulheres, que podem ser resgatados em caso de doenças como câncer de mama ou de colo do útero. Outros cobrem roubos e furtos da casa, conserto de eletrodomésticos e acidentes.

Alguns seguros ainda oferecem a opção de resgatar parte do dinheiro em vida, ou seja, podem viram um tipo de aposentadoria se nada te acontecer até determinada idade.

Ainda não escolhi quais seguros são ideais para mim (são tantas opções para analisar!), mas decidi que vou fazer pelo menos um. Espero que nunca precise, mas quero ficar tranqüila sabendo que, se um dia me acontecer alguma coisa, não ficaremos na mão – nem eu, nem o Cauê, nem meus gatinhos, nem meus futuros filhinhos.

Se você também quer começar a pensar em seguros, fale com meu pai, o Silas (9579-3848 – silastcosta@hotmail.com), que é corretor de seguros e pode orientar você sobre as melhores opções para o seu caso!

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Cofres de porquinhos, rosa e pretoVocês sabem que sou jornalista, né? Essa semana, estava fazendo a apuração para uma matéria de finanças para noivos (quando sair, coloco aqui o link! vejam aqui: Pra casar sem ir à falência) e precisei entrevistar especialistas, como Gustavo Cerbasi (do famoso Casais Inteligentes Enriquecem Juntos), Andre Massaro (do MoneyFit) e Fernando Montanari (da Linktrade, que mantém o Meu Milhão).

Foi uma oportunidade muito bacana de relembrar duas regras básicas para qualquer casal que tem sonhos maiores que o salário.

A primeira é ter meta de valor a poupar por mês com um objetivo. Que seja pra comprar um imóvel, pagar uma viagem ou, simplesmente, construiur patrimônio. Mas avaliar quanto da renda pode ser poupado mensalmente e estabelecer uma meta a alcançar. Sem a meta, fica difícil controlar os gastos…

A segunda é “se pagar primeiro”. No jargão financeiro, isso significa que não dá pra esperar o fim do mês e poupar o que sobrar. Separar o valor estipulado tem que ser a primeira coisa quando se recebe o salário. O resto vem depois, mesmo que passemos aperto um mês ou outro. Isso é disciplina.

Percebi que nós aqui em casa estamos pecando nesses dois pontos e isso acabou comprometendo nosso pé de meia, que poderia estar bem maior do que está.

O desafio daqui pra frente é controlar melhor nosso rico dinheirinho, que a gente sua tanto pra ganhar, usando essas duas regras e estabelecer objetivos que nos motivem a poupar.

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Controle remoto sem brigas

Fim de dia, os dois cansados do trabalho, terminada a janta vocês decidem ver uma TVzinha antes de dormir. E aí, quem escolhe o que assistir? Jogo ou novela? Filminho romântico ou aquele programa de ferro velho da Discovery?

Tolerância e gentileza sBriga pelo controle remotoão duas das maiores chaves para casamentos bem sucedidos. E uma das formas de exercitar essas duas virtudes nos é dada todo santo dia: a posse do controle remoto.

Lá em casa, a gente não tem uma regra, mas tenta levar no bom senso. Procuramos programas que os dois gostem (como nossos favoritos do momento: Man vs. Food, na Warner, e Em casa com Jamie Oliver, da GNT), mas nem sempre é possível.

Mas se tem jogo do Tricolor, eu nem discuto. Se está passando Dr. Phil, ele nem se manifesta. Eu não gosto de jogo nem ele de Dr. Phil, mas nenhum dos dois vai para o quarto assistir à outra TV. Isso é a tolerância. Aquele que não gosta do que está passando lê um livro, atualiza o blog, faz a ronda no Facebook, brinca com os gatos, enfim.

Mais importante que o programa que está passando na TV, na minha opinião, é o momento de convivência do casal. É deitar no colo do outro, receber um cafuné e ficar lá, às vezes sem nem conversar, só curtindo a presença do outro.

Às vezes acontece de passar, ao mesmo tempo, dois programas diferentes que cada um quer ver. É aí que vem a gentileza. Um dia cedo eu, outro dia, ele.

Cada casal tem sua dinâmica e sabe o que funciona ou não entre os dois, mas o importante é manter a sala de TV como um ambiente de convivência, e não de guerra.

Foto: dimafoto/iStockphoto

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O Recém-Casada pode pode virar livro

Pessoal, lembram que há pouco mais de um ano fiz a maior campanha para fazer o Planejando Meu Casamento virar livro? Pois chegou a vez do Recém-Casada.

O concurso BlogBooks está de volta para levar 14 blogs às prateleiras das livrarias e este blog está concorrendo na categoria Universo Feminino.

Se vocês acham que minhas dicas e meus relatos dos primeiros anos de casamento são bacanas e dariam um bom livro (que tal um “Manual dos Recém-Casados”?), por favor, tome cinco minutos do seu tempo para votar no Recém-Casada! Basta clicar aqui ou no banner acima e confirmar o voto. Não precisa se cadastrar!

Seria um presentão pra mim ganhar este concurso e ter um segundo livro publicado. E pra vocês também, já que, modéstia à parte, eu capricho muito (vejam o que os leitores do meu livro de casamento acharam)! Conto com a ajuda de vocês :)

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DVDs de shows para ter em casa

Enquanto eu moro em um apê pequeno e não consigo separar sala de TV e sala de estar, minha TV fica de frente para o sofá na sala.

Aí, quando recebo visitas, é comum as pessoas ligarem a TV e ficarem zapeando, enquanto a gente conversa. Afinal, ficar olhando pra tela desligada incomoda.

Se é num dia normal, almocinho de domingo e tal, não vejo nenhum problema. Mas quando estou fazendo uma festinha ou comemorando meu aniversário, por exemplo, acho meio baixo astral deixar a TV ligada no Faustão ou coisa que o valha, sabe?

A solução: DVDs de shows bacanas e ecléticos, que entretém as visitas e resolvem também a trilha sonora.

O repertório, nós vamos montando aos poucos, quando encontramos algum show bacana em promoção e tal. A coleção tem que ter a cara do casal, né… Mas aqui vai uma listinha com sugestões de DVDs de shows bem legais para ter em em casa, todos com precinhos bacanas, para inspirar vocês. Alguns deles eu já tenho, outros estão na minha wishlist. E vocês, quais DVDs acham bacanas?

[nggallery id=15]

O Melhor do Acústico Mtv – Prime Selection – aaa

Amy Winehouse: I Told You I Was Trouble – Live in London -aaa

Queen: DVD Live in Rock in Rio 1985 – aaa

DVD Unplugged – The Corrs – aaa

The Best of Michael Jackson -aaa

Los Hermanos: Na Fundição Progresso – aaaa

Acústico MTV Ira! (DVD + CD) – aaa

Ivete Sangalo: DVD Duetos – aaa

MTV Ao Vivo Skank (DVD + CD) – aaa

O Melhor de um Barzinho, um Violão – aaa

Ps: depois que montei a galeria, percebi que a maioria é da MTV! Juro que não foi de propósito, mas não tenho culpa se eles fazem tantos DVDs de shows bons!

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Treinando pra ser mãe?

[caption id="attachment_1270" align="alignleft" width="225" caption=""Mãe, fizemos cocô no seu sofá...""]Gatinhos manhosos[/caption]

Faz um mês e meio que Ringo e Van Gogh vieram morar em casa e, desde então, segundo minha mãe, estou treinando para ser mãe (de pessoinhas, porque dos gatinhos já sou!).

E é um pouco verdade, acho. A gente tem sempre que se preocupar se eles estão comendo direito, ensinar a não mexer onde não devem, ver se estão doentes… Vira e mexe é domingo à noite, a gente tá cansado, querendo voltar logo pra casa e lembra que tem que comprar areia pro banheiro deles ou ração.

Nos últimos dois sábados, eles tiveram diarréia. Uma das vezes foi porque acabou a ração e eu não encontrei a que costumava dar e, inocentemente, troquei a marca. A veterinária quase me deixou de castigo quando contei…

Ou seja: eu toda achando que ia descansar até dizer chega e tive que acordar para limpar cocô (e olha que eu tenho faxineira, mas quem disse que dá diarréia nos gatos no dia que ela vem??).

O pior é que os dois ficam chororô quando estão com a barriguinha ruim. Eu não sei se afogo no balde ou dou carinho.

Aí, desabafando com minha mãe no telefone, ela me disse pra ter paciência, que esse é só o começo. “Quando você for mãe, vai ser assim: você vai estar toda arrumada pra sair pra uma festa e, quando pegar o bebê no colo, ele vai vomitar em você. Vai vendo…”. Ai, mãe, depois dessa não quero ter filhos nunca mais!

Bom, mas a verdade é que eles dão mais alegrias que trabalho. Quando eu chego da rua, o Ringo sai correndo pro sofá pra sentar no meu colo. O Van Gogh é mais sapeca e fica mordendo meu pé, mas depois cede e sobe pro colo também.

Tirando os dias de diarréia, eles são bem limpinhos, fazem xixi e cocô no lugar certo e ficam tomando o famoso banho de gato a cada cinco minutos!

Às vezes, a gente deita o sofá-cama na sala no fim de semana e tira uma sonequinha à tarde toda a família junta. É uma delícia!

Quem tiver namorando a idéia de adotar pet tem meu apoio! Ah, aproveito pra recomendar minha veterinária, indicada pela amiga-blogueira-gateira Dani Braun. Ela é super atenciosa, me tira dúvidas por telefone e me atende mesmo fora do horário quando eu imploro.

Dr. Ana, da Ventura Vet:
(11) 3884-7758
www.venturavet.com.br

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Dia da sogra

O filme "A sogra", em que Jane Fonda é sogra de Jennifer Lopez

Hoje é dia da sogra. Eu, particularmente, adoro minha sogrinha (beijão, Martha!), mas aposto que uma boa parte dos leitores se perguntaram mentalmente de imediato o que há para comemorar.

Recomento a leitura dessa matéria do G1 sobre a relação (muitas vezes espinhosa) entre sogras e genros/noras: Terapeuta dá dicas para você se dar bem com a sogra. É do ano passado, mas é muito bacana.

Outra dica legal é a seleção de melhores e piores sogras do cinema, também do G1. Pra mim, a pior de todas é a personagem de Diane Keaton em “Tudo em família”, que é sogra da personagem de Sarah Jessica Parker. Ela fica o tempo todo de picuinha com a moça e fica buzinando na orelha do filho que ele deveria terminar com ela. Not cool!

Já minha favorita é a mãe da noiva em Casamento Grego. É uma fofa e, apesar de causar algumas saias justas ao noivo da filha, age sempre com amor e boa intenção.

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A BOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo) faz parte da minha história com o Cauê: nós nos conhecemos no escritório de um site de notícias mercado financeiro.

Na época do namoro, fizemos uns investimentos rápidos mas, neste ano, voltamos, com o objetivo de construir nosso patrimônio e bancar, no longo prazo, nossos sonhos como comprar um imóvel, investir na nossa educação, criar filhos, ter uma aposentadoria decente, essas coisas.

Como o Cauê tem muito mais contato com o mercado financeiro (ele é economista e trabalha com gente do meio), é ele quem toma a maior parte das decisões: quais ações comprar ou vender, quando e a quanto.
Eu estou sempre ao lado, perguntando tudo, querendo saber dos nossos rendimentos, aprendendo.

Mas nem todas as mulheres têm um marido que trabalha no mercado financeiro. A boa notícia é que a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) lançou em seu site uma área voltada às mulheres, cheia de informações e dicas valiosíssimas.

O mais legal é que tem uma página dedicada às mulheres casadas, que ensina como definir seu orçamento e traçar objetivos financeiros e estratégias de investimento junto com o marido.

Algumas das dicas mais bacanas desta seção:

  • Na hora de definir o orçamento: tenha sempre em mente que vocês estão do mesmo lado. O orçamento doméstico não é uma disputa para ver quem pode gastar mais.
  • Na hora de traçar objetivos e metas: concentrar seus objetivos de investimento nos sonhos de consumo da família é um erro. Aqui vale a fórmula “meu, seu, nossos”. Divida os objetivos nessas três categorias, para que nem seus objetivos pessoais nem os dele deixem de ser contemplados.
  • Na hora de escolher sua estratégia de investimento: além de conhecer sua própria tolerância ao risco, respeite também o apetite do marido para suportar investimentos de maior risco. Emoções fazem parte de qualquer programa de investimento e esse cuidado evitará que você acumule prejuízos em momentos de crise.

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